sexta-feira, 26 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
09:46
No comments
Os que alegam ser filhos de Deus, mas que não mostram justiça nem misericórdia para com seus semelhantes, estão revelando o espírito de Satanás, não importando a devoção com que se apegam às formas de adoração. Por outro lado, os que andam humildemente com Deus não negligenciam os princípios de justiça e misericórdia, nem desprezam as formas adequadas para o culto. Deus está procurando verdadeiros adoradores, que estejam dispostos a demonstrar seu amor por Ele, levando uma vida de obediência, motivada pela humildade de coração. O que todas as orações corretas, todos os estilos de culto corretos e toda a teologia correta significam, se a pessoa é desagradável, cruel, arrogante, injusta e impiedosa com os outros?
Lição da Escola Sabatina, pg 109 - 21 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
23:14
No comments
Filme maravilhoso onde aprendemos a respeitar as pessoas buscando entender a situação em que se encontram. Consegue nos mostrar de uma forma brilhante como muitas vezes somos ingratos com Deus, ou como deixamos de usar nossos talentos para ajudar alguém que está precisando de nós. Assista, imperdível!
19:53
No comments
O escritor russo Ivan Turgenev, em sua história Fathers and Sons - Pais e Filhos - colocou estas palavras em um de seus personagens:
Muitas vezes dizemos que somos cristãos, ou mesmo ateus, ou que seguimos algum outro ideal na vida. Mas, o caminho que estamos trilhando corresponde a este ideal? Vivemos em um mundo em que pessoas querem fazer o bem matando dezenas de jovens em uma emboscada. Onde pessoas querem deixar marcas entrando em um colégio e matando crianças inocentes. Filosofias são criminalmente pixadas em muros, ideias são apregoadas com violência. E eu me pergunto: estamos caminhando rumo aos nossos ideais? Temos sido o que pretendemos ser?
O texto acima nos reforça a ideia de que nossa vida não passa de um sopro; hoje somos, amanhã poderemos ter passado. Se somos tão frágeis, de que vale vaguear em ideias tortas e filosofias vãs por toda uma vida? Vejo constantemente pessoas travando guerras que não existem, lutas sem sentido.
As coisas boas têm se tornado efêmeras, e as tragédias constantes. Pedimos paz, oferecemos guerra. Desejamos o amor, vivemos o ódio.
Preciso refletir em meus objetivos, e trilhar o caminho correto, antes que seja tarde demais. Por que complicar o que é simples, e tornar problemático ou dúbio o que já está bem definido? Sei meu caminho, compreendo onde quero chegar, e daqui não quero me desviar!
* citado na Lição da ES, 20/08/11
"A vida de cada um de nós está por um fio, um abismo pode se abrir abaixo de nós a qualquer momento, e mesmo assim saímos de nosso caminho para inventar todos os tipos de problemas para nós mesmos e para atrapalhar nossa vida" (New York, NY: Signet Classics, 2005, p. 131) *
Muitas vezes dizemos que somos cristãos, ou mesmo ateus, ou que seguimos algum outro ideal na vida. Mas, o caminho que estamos trilhando corresponde a este ideal? Vivemos em um mundo em que pessoas querem fazer o bem matando dezenas de jovens em uma emboscada. Onde pessoas querem deixar marcas entrando em um colégio e matando crianças inocentes. Filosofias são criminalmente pixadas em muros, ideias são apregoadas com violência. E eu me pergunto: estamos caminhando rumo aos nossos ideais? Temos sido o que pretendemos ser?
O texto acima nos reforça a ideia de que nossa vida não passa de um sopro; hoje somos, amanhã poderemos ter passado. Se somos tão frágeis, de que vale vaguear em ideias tortas e filosofias vãs por toda uma vida? Vejo constantemente pessoas travando guerras que não existem, lutas sem sentido.
As coisas boas têm se tornado efêmeras, e as tragédias constantes. Pedimos paz, oferecemos guerra. Desejamos o amor, vivemos o ódio.
Preciso refletir em meus objetivos, e trilhar o caminho correto, antes que seja tarde demais. Por que complicar o que é simples, e tornar problemático ou dúbio o que já está bem definido? Sei meu caminho, compreendo onde quero chegar, e daqui não quero me desviar!
Eu, o Senhor, esquadrinho a mente, eu provo o coração; e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações. Jeremias 17.10
* citado na Lição da ES, 20/08/11
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
06:32
1 comment
Até quando, ó Senhor, te esquecerás de mim? para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando encherei de cuidados a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando o meu inimigo se exaltará sobre mim? Considera e responde-me, ó Senhor, Deus meu; alumia os meus olhos para que eu não durma o sono da morte; para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários não se alegrem, em sendo eu abalado.
O salmista pergunta: Até quando Senhor, Te esquecerás de mim? Parece insolente. Parece trágico. Parece que Deus é realmente aquilo que dizem - alguém que pode até ter criado a terra e seus habitantes, mas que há muito tempo a abandonou à própria sorte.
Porém quando parece que as esperanças se foram, quando a derrota parece iminente, quando percebo que não tenho mais forças para continuar e lutar, entendo o que o salmista quis dizer. Suas últimas palavras são:
Mas eu confio na tua benignidade; o meu coração se regozija na tua salvação. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem. (Salmo 13)
A intenção não é mostrar que Deus nos abandona, nem que parecemos estar perdidos diante das investidas do inimigo. Este texto reforça que não importa quanto nos revolvamos e façamos planos para derrotar nossos inimigos. Não importa se nos sentimos preparados. Por nossas próprias forças nunca encontraremos a saída correta. Por nós mesmos nunca sairemos efetivamente vitoriosos.
Davi, um dos reis mais poderosos deste mundo. Uma pessoa comum com grande poder nas mãos, se limita a dizer que confia no Senhor. Ele não confia em seu exército fiel, não confia na vontade de viver de seu povo, nem nas armas de sua nação. Ele confia no Senhor, em Sua bondade.
Hoje e sempre serei como Davi. Cantarei ao Senhor, porque Ele tem sido bom comigo todos esses anos.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
06:55
No comments
![]() |
Por que, comumente, é tão difícil compreendermos que fomos chamados por Deus para a Sua obra, que Ele nos qualificou para salvar e deseja que O louvemos e adoremos? Quantas vezes agimos como se as escolhas fossem completamente nossas, brotadas de nossos corações desejosos e nossas mentes sábias?
Hoje percebo quão fácil é sairmos do caminho correto, talvez procurarmos atalhos ou caminhar em ruelas estranhas, se afastando sempre mais dos caminhos do Senhor, mas com o pensamento de que EU SEI o que estou fazendo; EU SEI que posso contornar tudo isso, voltar quando quiser. O verso de hoje nos mostra que Deus pensou, arrazoou e nos chamou. Não estamos ativos no trabalho do Senhor por nós mesmos.
Se sentimos por vezes misericórdia para com os oprimidos, esta não vem de nós mesmos. Se amamos as outras pessoas, em alguns momentos até mais que nós mesmos, não é de nosso coração que surgem tais sentimentos. Preciso compreender que se a vida ao lado de Cristo me emociona, me prende com laços ternos, me leva a ser que eu sempre gostei de ser, então eu preciso andar sempre mais perto de Cristo!
Nada que possa ser considerado digno pode ser conquistado por nossas forças humanas. Nunca seremos a mesma coisa ao nos afastarmos de Deus. É assim que devemos viver cada dia de nossa vida passageira aqui nesta Terra. Devemos buscá-Lo a cada manhã para louvá-Lo, para adorar o Senhor que tudo fez, nosso Criador. É preciso começar e encerrar o dia com Aquele que fez tudo por mim, que me ama e deseja que eu seja a pessoa mais feliz que já existiu.
Você já agradeceu a Deus hoje? Que tal separar um tempo especial para adorar e louvar este maravilhoso Deus que o separou para a vida, para a felicidade, para prosperar e caminhar ao Seu lado?
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
11:02
No comments
No ventre de uma mulher grávida, dois bebês estão tendo uma conversa.
Um deles é crente e outro ateu.
Um deles é crente e outro ateu.
Bebê Ateu: Você acredita na vida após o nascimento?
Bebê Crente: Claro que sim. Todo mundo sabe que existe vida após o nascimento. Nós estamos aqui para crescer fortes o suficiente e nos preparar para o que nos espera depois.
Bebê Ateu: Bobagem! Não pode haver vida após o nascimento! Você pode imaginar como seria essa vida?
Bebê Crente: Eu não sei todos os detalhes, mas acredito que exista mais luz, e talvez a gente caminhe e se alimente lá.
Bebê Ateu: Besteira! É impossível andarmos e nos alimentarmos! É ridículo! Nós temos o cordão umbilical que nos alimenta. Eu só quero mostrar isso para você: a vida após o nascimento não pode existir, porque a nossa vida, o cordão, já é demasiado curta.
Bebê Crente: Eu estou certo de que é possível. Ela será um pouco diferente. Eu posso imaginá-la.
Bebê Ateu: Mas não há ninguém que tenha voltado de lá! A vida simplesmente acaba com o nascimento. E, francamente, a vida é apenas um grande sofrimento no escuro.
Bebê Crente: Não, não! Eu não sei como a vida após o nascimento será exatamente, mas em todo caso, nós encontraremos nossa mãe e ela cuidará de nós!
Bebê Ateu: Mãe? Você acha que tem uma mãe? Então, onde ela está?
Bebê Crente: Ela está em toda parte à nossa volta, e nós estamos nela! Nós nos movemos por causa dela e graças a ela, nós vivemos! Sem ela, nós não existiríamos.
Bebê Ateu: Bobagem! Eu nunca vi uma mãe; portanto, não existe nenhuma.
Bebê Crente: Eu não posso concordar com você. Na verdade, às vezes, quando tudo se acalma, nós podemos ouvi-la cantar e sentir como ela acaricia o nosso mundo. Eu acredito fortemente que a nossa vida real começará somente após o nascimento. Eu creio!
O bebê ateu sorri intimamente, debochando do crédulo irmãozinho que se ampara em absurdos fantasiosos para dar sentido a sua vida.
Fonte: Esboçando Idéias
sábado, 2 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
22:03
No comments
Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geleia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão. Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio. Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.
- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.
- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.
- Um dólar e onze centavos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze centavos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa. Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
20:57
No comments
1. Não tenha expectativas altas demais. Se você alimenta sonhos que estão além de suas possibilidades, é provável que se decepcione e se sinta imprestável quando pressentir o fracasso.
2. Faça suas próprias escolhas. O mundo está cheio de pessoas que tentam controlar a mente e a vida dos outros. Isso é errado e prejudicial. Procure assumir o controle de sua vida.
3. Compare-se com você mesmo. Esqueça as façanhas dos outros. Tente valorizar as suas conquistas, melhorando um pouco a cada dia. Lembre-se que os modelos não são perfeitos.
4. Orgulhe-se de suas pequenas realizações. É comum a pessoa com baixa estima minimizar seus feitos. Aprenda a receber elogios.
5. Elimine as críticas negativas. Se você é muito autocrítico, premie-se com uma trégua; se recebe muitas críticas dos outros, mude o que eventualmente esteja errado ou ignore-as.
6. Aceite a vida do jeito que ela é. Não fique sonhando com irrealidades, lamentando isso ou aquilo. Você pode até não gostar de sua vida, mas deve aceitá-la. Esse é o caminho para transformá-la no que gostaria que fosse.
7. Exerça o direito de crescer. Só não cresce, psicologicamente, quem está morto. Quanto mais maduro você for, menos sentimentos de inferioridade terá.
Autor desconhecido
2. Faça suas próprias escolhas. O mundo está cheio de pessoas que tentam controlar a mente e a vida dos outros. Isso é errado e prejudicial. Procure assumir o controle de sua vida.
3. Compare-se com você mesmo. Esqueça as façanhas dos outros. Tente valorizar as suas conquistas, melhorando um pouco a cada dia. Lembre-se que os modelos não são perfeitos.
4. Orgulhe-se de suas pequenas realizações. É comum a pessoa com baixa estima minimizar seus feitos. Aprenda a receber elogios.
5. Elimine as críticas negativas. Se você é muito autocrítico, premie-se com uma trégua; se recebe muitas críticas dos outros, mude o que eventualmente esteja errado ou ignore-as.
6. Aceite a vida do jeito que ela é. Não fique sonhando com irrealidades, lamentando isso ou aquilo. Você pode até não gostar de sua vida, mas deve aceitá-la. Esse é o caminho para transformá-la no que gostaria que fosse.
7. Exerça o direito de crescer. Só não cresce, psicologicamente, quem está morto. Quanto mais maduro você for, menos sentimentos de inferioridade terá.
Autor desconhecido
Assinar:
Postagens (Atom)
























